Tricologia

A Tricologia é uma subespecialidade da Dermatologia que estuda e trata as doenças que ocorrem nos fios de cabelo, pelos e couro cabeludo.

Antes de fazer um diagnóstico para que seja realizado um tratamento específico para a queda ou enfraquecimento do cabelo, o dermatologista fará um exame físico e perguntará sobre seu histórico médico e antecedente familiar. Também podem ser realizados exames complementares como a tricoscopia com o Trichoscale DX e exames de sangue.

Tricologia

A Tricologia é uma subespecialidade da Dermatologia que estuda e trata as doenças que ocorrem nos fios de cabelo, pelos e couro cabeludo.

Antes de fazer um diagnóstico para que seja realizado um tratamento específico para a queda ou enfraquecimento do cabelo, o dermatologista fará um exame físico e perguntará sobre seu histórico médico e antecedente familiar. Também podem ser realizados exames complementares como a tricoscopia com o Trichoscale DX e exames de sangue.

Escolha um tópico:

Dermatite Seborreica

Alopecia Androgenética (Calvície Masculina e Feminina)

Quedas Difusas de Cabelo (Eflúvio Telógeno)

Alopecia Areata

Psoríase do Couro Cabeludo

Alopecia Cicatricial

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Dermatite Seborreica

Conhecida também por seborreia ou caspa, é uma inflamação caracterizada por descamação e vermelhidão em áreas da face, do couro cabeludo e das orelhas. É mais comum em homens do que em mulheres e seu aparecimento está relacionado com múltiplos fatores como: genética, estresse e alterações hormonais.

Tratamentos: envolve a mudança de hábitos diários, como interromper o uso de bonés, pomadas e géis para o cabelo; e apostar em shampoos específicos. Além disso, pode ser indicado o uso de cremes antifúngicos, imunomoduladores e, eventualmente, corticosteroides. Como é uma doença crônica, com episódios recorrentes de piora, além do tratamento da fase aguda há necessidade de tratamentos de manutenção.

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Alopecia Androgenética (Calvície Masculina e Feminina)

Também conhecida como calvície, acomete homens e mulheres e causa a queda de cabelos principalmente devido à determinação genética. Os sintomas incluem o afinamento e a diminuição do volume dos fios que, progressivamente, deixam o couro cabeludo aparente.

Tratamentos: estimulantes do crescimento dos cabelos como o minoxidil e bloqueadores hormonais como a Finasterida são boas opções para estacionar o processo de queda e recuperar parte dos fios. Procedimentos como a Intradermoterapia Capilar (mesoterapia capilar) – em que medicamentos e outras substâncias são injetados diretamente no couro cabeludo na área de formação da haste – e as terapias com Laser, Microagulhamento, MMP e luzes como o laser e LED também podem contribuir para o fortalecimento dos cabelos e a diminuição da queda.

Em alguns casos, o transplante capilar pode ser a solução para melhorar o aspecto estético.

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Quedas Difusas De Cabelo (Eflúvio Telógeno)

É o diagnóstico mais comum entre as quedas de cabelo. Se caracteriza por uma redução difusa do volume capilar, 3 meses após um fator desencadeante. O aumento da queda pode ser por todo couro cabeludo, mas é frequente um recesso bitemporal (nas laterais da testa).
Clinicamente pode se manifestar de forma aguda, mas também pode assumir uma forma crônica, que é aquela que persiste por mais de 6 meses; que muitas vezes flutua com períodos de melhora e piora.


Tratamentos: é fundamental que o paciente compreenda a origem do problema e as opções de tratamento, pois não há nenhum medicamento específico para ET, exceto obviamente, o tratamento da causa base. O uso de minoxidil tópico tem demonstrado resultados favoráveis e procedimentos como o microagulhamento, LED, mesoterapia e drug delivery podem ser associados ao tratamento.

Eflúvio telógeno agudo:

Está associado a algum evento que aconteceu três meses antes do início da queda, como: pós-parto, febre, infecção aguda, dietas muito restritivas, doenças metabólicas, cirurgias, uso de algumas medicações, ou estresse.

Eflúvio telógeno crônico:

A fase na qual os fios caem muito, se assemelha à versão aguda. Porém, há ciclos de aumento dos fios na fase de queda, de forma cíclica, uma ou duas vezes por ano, O problema nem sempre tem causa definida, mas sabe-se que está associado a doenças autoimunes, dentre elas, a mais comum é a tireoidite de Hashimoto.

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Opinião dos pacientes

As avaliações falam por si. Veja o que nossos pacientes dizem sobre o atendimento da Dra. Juliane e sobre a experiência na clínica.
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Alopecia Areata

Doença inflamatória não contagiosa, que pode ocorrer em surtos, e que provoca a queda de cabelo e pelos. Os fios caem frequentemente formando falhas circulares que variam de extensão e em número. Há casos raros, de alopecia areata universal, em que todos os pelos e cabelos do corpo caem. Fatores genéticos, autoimunes ligados a traumas emocionais e físicos como infecções, estão ligados ao seu desenvolvimento. Outras doenças autoimunes podem estar ligadas com seu aparecimento.

Tratamentos: O cabelo sempre pode crescer novamente, mesmo que haja perda total. Medicamentos tópicos como minoxidil, corticoides e antralina podem ser associados a tratamentos mais agressivos como sensibilizantes (difenciprona) ou metotrexate. Corticoides injetáveis podem ser usados em áreas bem delimitadas do couro cabeludo ou do corpo.
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Psoríase do Couro Cabeludo

A psoríase que pode acometer a pele e as unhas também pode se apresentar como descamação do couro cabeludo.
No couro cabeludo as escamas são mais espessas, secas e podem formar placas mais localizadas do que a dermatite seborreica. As lesões podem variar em número e intensidade.

Tratamentos: Nenhum tratamento atualmente é curativo, mas é possível se obter um bom controle da doença com a utilização de ácido salicílico, alcatrão ou corticosteroides na forma de shampoo ou loção, que deve ser aplicada durante a noite na cabeça e lavado apenas pela manhã. A Fototerapia, exposição da pele à luz ultravioleta realizada em consultório por meio de aparelhos manuais também é uma boa opção terapêutica.

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Alopecias Cicatriciais

Compreende um grupo de doenças caracterizadas pela destruição permanente dos folículos pilosos (local onde são produzidos os cabelos) e perda capilar irreversível. São classificadas em: primárias, por inflamação no folículo piloso e já no que se refere à alopecia cicatricial secundária, a sua causa pode estar em processos que atacam de forma indireta os folículos pilosos, tais como: queimaduras, produtos químicos, tração repetida no couro cabeludo, exposição à radiação, traumas, infecções virais, bacterianas ou fúngicas, micoses, tumores ou genodermatoses (doenças dermatológicas raríssimas e de origem genética).

As alopecias cicatriciais podem ser divididas pelo tipo de célula inflamatória que causa a agressão ao folículo: por linfócitos ou por neutrófilos. As principais doenças de alopecia cicatricial linfocítica são lúpus eritematoso cutâneo, líquen plano pilar, alopecia frontal fibrosante e alopecia cicatricial central centrífuga. As principais neutrofílicas são foliculite abscedante e foliculite decalvante e as mistas são a foliculite queiloidiana, foliculite necrótica e pustulose erosiva do couro cabeludo.

Sintomas

Os sintomas variam conforme o tipo de alopecia cicatricial: manifestação isolada de queda de cabelo ou sintomas como coceira, sensibilidade, ardência, vermelhidão e até mesmo a formação de placas ou pústulas. A pele das áreas afetadas se torna progressivamente lisa devido ao desaparecimento dos óstios foliculares.

Tratamentos

Medicamentos como antibióticos, anti-inflamatórios ou corticosteroides, de modo a impedir que a doença avance até estágios mais severos, nos quais a perda dos fios se torna irreversível. É apenas depois da estabilização do quadro que o paciente poderá se submeter a intervenções cirúrgicas, como o implante capilar.

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Quem é a Dra. Juliane?

CRM-SP 150768 / RQE 51520

A Dra. Juliane Requena é dermatologista formada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Desde muito jovem, abraçou o sonho de cuidar através da Medicina, tornando-se a primeira médica de sua família. Comprometida com a excelência, busca constante…

atualização por meio de congressos e cursos no Brasil e no exterior, trazendo aos seus pacientes o que há de mais moderno e comprovado em dermatologia. Sua abordagem combina ciência, tecnologia de ponta e um cuidado personalizado, sempre com foco em promover resultados naturais e seguros. Como sócia fundadora da Elace Clínica, Dra. Juliane criou um espaço de acolhimento e excelência, onde cada paciente é tratado com respeito, atenção e um olhar único. Sua missão é valorizar a beleza e saúde de cada pessoa, sempre priorizando a naturalidade e o bem-estar.

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